sexta e é noite e é fresco, quase inverno, as luzes, as cores, as chamas, tudo aceso e passeio a pé no Obairro e entro aqui, percebo casais de velhinhos, tiro fotos, olho, apago, tiro de novo, comento sozinha, penso "cerveja? não. vodca. pura. no balcão." o Theatro Municipal é a coisa mais linda do mundo, principalmente quando as chamas, as cores as luzes estão acesas e é quase inverno, é fresco, é noite e é sexta. o barulho do sapato nas ruas de calçadas largas não é toc, toc é tloc, tloc. mando mensagens. não em garrafas. pena. temo as estátuas e finalmente lembro de cabeça todo poema aquele, que sempre me aparece quando é noite, quando é sexta e fresco e as cores, as luzes e as chamas estão acesas.
(...) Em cofre não se guarda coisa alguma. Em cofre perde-se a coisa à vista. Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-la, mirá-la por admirá-la, isto é, iluminá-la e ser por ela iluminado. Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, isto é, estar por ela ou ser por ela. Por isso melhor se guarda o vôo de um pássaro do que um pássaro sem vôos. Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica (...)
e então nada passa. com sinceridade penso e digo "tudo bem. que seja,"
Escrito por Cristiane Lisboa às 20h09
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Engordar um gato preto para que ele esquente teus dois pés e não apenas um, como costumeiro fere algum código de ética dos direitos animais?
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Presente é a porta aberta e o futuro é o que virá.
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Tanto tempo depois percebo que era isto: serenidade. Deixe o mar, ninguém pode com o mar. Tu vê.
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Milagrinhos. Os dias são feitos de milagrinhos. Já percebeste?
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"Siba e a fuloresta. Toda vez que dou um passo o mundo sai do lugar." Ouça isto. Veja o cenário osgemeos. E compreenda porque o Brasil é grande e o tempo pequeno.
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Santa Bárbara, rogai por nós.
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Telefone:
- Faz um ano que não te vejo. - Pai, a gente se encontrou no Natal. Estamos em maio. - .... - Pai? - Um ano no calendário turco. - Qual é? - Este que diz que faz um ano que não te vejo.
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Agora, dê o play, macaco.
Escrito por Cristiane Lisboa às 12h40
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